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Três motivos para ter um site, e três para não ter.

  • Foto do escritor: André G. Figur
    André G. Figur
  • 19 de jul. de 2022
  • 3 min de leitura

Atualizado: 5 de jan. de 2023



Este artigo é para você que ainda não se decidiu sobre ter um site para o seu negócio ou para seu projeto pessoal.


Vivemos em um momento ambíguo da tecnologia, pois a cada momento é anunciado avanços na área de tecnologia da informação a todo momento, e por mais empolgante que isso seja, nos deixa perdidos:


“E aí? Eu abro um site, ou compro um terreno no Metaverso?”

Brincadeiras a parte, o fato é que há dez anos parecia fazer mais sentido ter um site do seu negócio/empresa/portfólio/blog do que agora, pois quando paramos para pensar, parece que as pessoas não circulam mais por sites, apenas por redes sociais. Em vista disso, parece correto afirmar que investir apenas nas redes sociais, ou até mesmo, em uma rede social, é a coisa mais acertada a se fazer.


A minha resposta para isso é:


Depende do tipo de negócio que você tem em mente.

Eu divido em dois grandes grupos:


A) Sua imagem é o seu negócio.

Estamos falando de modelos, jornalistas, comentaristas e conteudistas digitais que buscam se destacar.


B) O negócio é institucional.

Estamos falando de micro empresas à grandes empresas, de ONGs e igrejas.



Se você se identifica dentro do grupo “A”, então seu negócio tem tudo para dar certo a partir das plataformas digitais sem precisar de um site, pois é o tipo de negócio que você lucra por publicidade, sua imagem atrai determinados grupos, e quanto mais numeroso, mais lucrativo, seja para vender por meio de indicação, ou pela publicidade.


Agora, se você se identifica dentro do grupo “B”, então recomendo que tenha um site pelos seguintes motivos:


1) Você não existe se não estiver na internet.

É claro que você pode ter uma página no Facebook, e isso significa que será achado na internet, inclusive podendo comprar e vender por meio da plataforma. O problema, é que isso não parece profissional. Quando alguém ouve falar do seu negócio, o primeiro lugar que esse terceiro vai lhe procurar é no Google, e se ele não ver na primeira página um domínio com o nome do seu negócio, muito dificilmente essa pessoa irá se aventurar a procurar pela sua empresa ou instituição em outros lugares.


2) Para estabelecer confiança com o cliente.

Dito isso, se o cliente lhe encontra numa plataforma social, como o Facebook, ou em sites de venda de produtos como Amazon e Mercado Livre, esse cliente procurará na sua página de vendas um link do seu negócio na internet, e caso existe, isso passa ao cliente segurança na hora de comprar o seu produto ou serviço, pois existem canais para recorrer em uma eventual necessidade por qualquer problema, além disso seu site vende a imagem da sua empresa ou organização, nele estão seus valores visão e missão, passam ao cliente uma ideia de quão comprometida e confiável é sua empresa.


3)Sites são agências/escritórios modernos.

No passado, sites eram apenas como panfletos online para vender a imagem do seu negócio e dizer que você existe, mas hoje, sites são verdadeiros aplicativos de negócio que oferecem facilidades para a gestão da sua empresa, por meio dele você capta clientes e se comunica com eles, cria bancos de dados sobre seus clientes e tem controle financeiro de compra e venda, por meio deles você pode até conectar redes sociais e agendar publicações de artigos, vídeos, e produtos.


Quando não ter um site:

1) Caso não hajam recursos.

Sites hoje são baratos, o domínio sai a partir de R$19,90 anuais, a hospedagem por R$49,90 mensais, mas você poderá ter gastos com integrações de plugins e sistemas de pagamento, além de precisar de tráfego pago, o qual, recomendo partir de R$1.000,00 reais mensais em tráfego pago para ter resultados de curto e médio prazo. (Grandes empresas gastam em média R$20.000,00 em tráfego pago mensalmente.)


É claro que tem como driblar a questão dos custos, no entanto, isso exigirá o seu tempo: você terá que jogar de goleiro, zagueiro, centro avante, gandula e apitar o jogo.

2) Caso ninguém for administrá-lo.

Você, ou sua empresa, precisa investir em ter uma pessoa de “social media”, esse profissional não é exatamente um programador, nem exatamente um publicitário, ele administrará suas redes sociais e site para que sua imagem na internet seja ativa. Se você não for se dar a este papel e além disso não puder contratar alguém para isso, ter um site é apenas como ter um panfleto online. Ainda tem utilidade como portfólio, mas o site será subutilizado.

3) Caso seu negócio não precise de site.

Como assim? Estou me referindo ao seu negócio ser muito eficiente, por exemplo, nas redes sociais, negócios como podcasts, canais de youtube, ou digital influencer’s, não precisam de site pois não estão em busca de clientes diretos que lhe comprem produtos e serviços, eles precisam de visualização e seguidores, e vendem esse espaço de publicidade direto pelas plataformas por onde também recebem. Ou, sua empresa/negócio, já esteja bem estabelecido na entrega de produtos e serviços e mais visibilidade só implicaria em mais custos.

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